sábado, 17 de novembro de 2007

PORTA ESTREITA

Vinha de Luz

Emannuel- Por Chico Xavier


Fugindo à dificuldade, empenha-se pelo menor esforço.
Temendo o sacrifício, exige a vantagem pessoal. Longe de servir aos semelhantes,
reclama os serviços dos outros para si.
E, no sono doentio do passado, atravessa os campos de evolução, sem algo
realizar de útil, menosprezando os compromissos assumidos.
Em geral, quase todos os homens somente acordam quando a enfermidade lhes
requisita o corpo às transformações da morte.
"Ah! se fosse possível voltar!..." - pensam todos.
Com que aflição acariciam o desejo de tornar a viver no mundo, a fim de
aprenderem a humildade, a paciência e a fé!... com que transporte de júbilo se devotariam
então à felicidade dos outros! ...
Mas... é tarde. Rogaram a "porta estreita" e receberam-na, entretanto, recuaram no
instante do serviço justo. E porque se acomodaram muito bem nas "portas largas",
volvem a integrar as fileiras ansiosas daqueles que procuram entrar, de novo, e não
conseguem.

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